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Correios amplia rede de recebimento de doações ao Rio Grande do Sul

A partir de hoje (7), as agências dos Correios do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina, Bahia, Pernambuco e do Distrito Federal também começam a receber doações para as vítimas das chuvas que estão atingindo o Rio Grande do Sul. Agora, são mais de 2 mil unidades de atendimento, incluindo as de São Paulo, Paraná e algumas do Rio Grande do Sul, que estão recebendo donativos. Nessa segunda-feira (6), primeiro dia da ação, mais de 200 toneladas de itens foram arrecadados. A estatal está recebendo e transportando gratuitamente alimentos da cesta básica, material de higiene pessoal, material de limpeza seco, roupas de cama e de banho e ração para pet – sem custo aos doadores.

Os Correios estão doando, ainda, itens de vestuário e utensílios domésticos aos atingidos pelas chuvas.

A ação integrada entre as superintendências estaduais dos Correios está sendo realizada por iniciativa conjunta da Diretoria Executiva da estatal e do Ministério das Comunicações, pasta à qual a empresa está vinculada e que atua no grupo de crise criado para enfrentar a situação.

“Não iremos poupar esforços para cumprir com a orientação do presidente Lula de colocar a nossa estrutura à disposição do Rio Grande do Sul, nesse momento tão difícil. Por isso, demos início à campanha de arrecadação nos estados próximos e agora estamos expandindo para outras localidades para que mais pessoas possam colaborar e ajudar nessa corrente solidária”, afirma o presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos.

“Todos nós estamos de coração partido com o sofrimento do povo gaúcho e sabemos que muitos querem ajudar. Os Correios vão coletar e entregar gratuitamente nas cidades gaúchas. Vamos continuar mobilizados, atentos a novas medidas e trabalhando para que ninguém fique sem ajuda. Essa é a determinação do presidente Lula e todo o nosso governo está empenhado nisso”, disse o ministro das Comunicações, Juscelino Filho.

No Rio Grande do Sul, as doações podem ser entregues nas agências centrais dos municípios São Borja, Santo Angelo, Santa Rosa, Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Campo Bom, Sapiranga, Parobe, Taquara, Montenegro, Pelotas, Rio Grande, Camaqua, Bagé, Jaguarão, São Lourenço do Sul, Anta Gorda, Arvorezinha, Butia, Cachoeira do Sul, Charqueadas, Estrela, Foutoura Xavier, Guaporé, Ilopolis, Mato Leitão, Nova Brescia, Pântano Grande, Rio Pardo, Salto do Jacuí, Santa Cruz do Sul, Sobradinho, Teotoania, Taquari, Venancio Aires e Vera Cruz.

Em Porto Alegre, a arrecadação acontece nos Centros de Distribuição Domiciliária Vila Jardim, (Avenida Saturnino de Brito, 46, Vila Jardim), Antônio de Carvalho (Avenida Bento Gonçalves, 6613) e, a partir de terça-feira (7), nos CDDs Restinga (Estrada Barro Vermelho, 59) e Cavalhada, (Camaquã, 408). Todos funcionam das 8h às 17h e recebem itens como: colchões, cobertores, lençóis de solteiro, água, produtos de higiene, copos plásticos, fraldas infantis e geriátricas e rações para cães e gatos.

Atendimento e entregas – Os Correios também trabalham de forma contingencial no Rio Grande do Sul diante dos transtornos causados pelas inundações, na tentativa de minimizar os impactos para empregadas, empregados e clientes. Uma equipe multidisciplinar está viabilizando medidas para a normalização dos serviços nas agências que foram alagadas – até sexta-feira (3), do total de cerca de 400 agências do estado, 86 estavam inoperantes por conta da situação. A empresa recomenda que, antes de ir a uma agência, o cliente busque informações sobre o funcionamento por meio da Central de Atendimento, pelo telefone 0800 725 0100, que funciona de segunda à sexta, das 8h às 20h e aos sábados das 8h às 14h. Outras iniciativas incluem adaptações em itinerários do transporte de cargas e ajustes nos prazos de entrega.

Ações internas – Os Correios também iniciaram uma série de ações voltadas para apoiar empregadas e empregados da estatal no Rio Grande do Sul. Entre elas, está a concessão do auxílio-calamidade, benefício instituído pela atual gestão em 2023, no acordo coletivo de trabalho, e que prevê o pagamento de um salário-base adicional a empregadas e empregados que tenham ficado desabrigados ou tenham sido intensamente atingidos por razões que levaram o poder público a decretar estado de calamidade pública. A estatal ainda disponibilizou apoio por meio de assistentes sociais e está estudando medidas para auxiliar os trabalhadores por meio do fundo de pensão dos empregados, o Postalis, e a operadora do plano de saúde, a Postal Saúde.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800 725 0100.

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