Escola São Paulo volta às aulas com segurança para toda comunidade escolar

ESP é presencial, é remota, é híbrida

Após mais de um ano sem receber seus alunos, a Escola São Paulo retomou, na primeira quinzena de maio, as aulas presenciais, seguindo estritamente as regras estipuladas pelos órgãos de Saúde e entidades governamentais. Num primeiro momento, somente uma turma da Educação Infantil retornou, com quatro alunos. Já no dia 12, também começaram a ser recepcionados os alunos do Ensino Médio.

Para participar das aulas presenciais, além da expressão autorização dos pais, os alunos, professores e colaboradores da ESP passam por uma série de ações do protocolo institucional de segurança, como aferição de temperatura, uso de máscara e escudo facial, álcool em gel disponibilizado em toda a escola, demarcações para evitar a aglomeração e horários específicos para entrada e saída.

Durante as próximas semanas, todas as turmas poderão retornar, de forma gradual, segura e facultativa.

Já para os pais que optarem por prosseguirem com o ensino online para seus filhos, a ESP já está trabalhando na estruturação da transmissão ao vivo das aulas diretamente das salas – possibilitando o acompanhamento em tempo real pelos alunos, com os mesmos professores, através da plataforma Positivo On e parceria com a BrasilNet.

“A Escola São Paulo se preparou para este momento desde o início da pandemia. Realizamos diversos estudos sobre formas seguras de retomar o ensino presencial, além de fortalecer as ferramentas digitais à disposição dos alunos, para que as aulas online tenham eficácia. Continuaremos a aperfeiçoar ainda mais nossos métodos, para que esse retorno seja seguro para todos”, avaliou o diretor José Nicodemos Couto.

Para a supervisora pedagógica do turno vespertino da ESP, Carla Beatriz Pacheco Novaes, o retorno é importante, mesmo que não ocorra da forma como todos imaginaram. “Teremos muitos desafios, mas estamos tomando todas medidas de prevenção. Claro que queríamos este retorno de outra forma, festivo, com comemoração e abraços, podendo matar a saudade das crianças… realmente é triste para nós, profissionais da educação, a falta deste contato mais próximo, mas sabemos que é para o bem de todos”, encerrou Carla.

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