Loja Maçônica Seareiros da Paz comemora 30 anos de fundação

Diversas autoridades maçônicas estiveram presentes ao evento, que aconteceu na noite de sábado (23), no Colina, como o grão mestre da Grande Loja Maçônica de Minas Gerais, Geraldo Eustáquio Coelho de Freitas (a maior autoridade maçônica do Estado), o delegado regional da 44ª Delegacia da Grande Loja Maçônica de Minas Gerais, sediada em Muriaé, Paulo Nilson Rodrigues Simão, o grande primeiro experto da Grande Loja Maçônica de Minas Gerais, José Anísio Moura, o grão mestre ad vitam da Grande Loja Maçônica de Minas Gerais, Ronaldo Braga e o grande primeiro vigilante da Grande Loja Maçônica de Minas Gerais, Edilson de Oliveira.
Vários maçons, tanto da “Seareiros da Paz” quanto de outras lojas maçônicas, foram homenageados durante a solenidade, através de títulos, comenda e diplomas, como “Diploma de Maçom Benemérito”, título de “Membros Honorários”, “Comenda da Ordem da Águia”. Também foram agraciados os fundadores e os ex-veneráveis da loja.

No dia 27 de novembro de 1990, foi reconhecida como de utilidade pública pela Lei Municipal 1.536, de iniciativa do então vereador e mestre maçom, Lenine Passos.
No dia 7 de abril de 1997, foi reconhecida como de utilidade pública pela Lei Estadual 12.480, de autoria do então deputado Estadual e mestre maçom, Wanderley Ávila.
Dentre as realizações mais importantes da loja destacam-se: o patrocínio, juntamente com as demais lojas maçônicas de Muriaé, do Capítulo Muriaé nº 349, da Ordem DeMolay para o Brasil; o patrocínio, juntamente com as demais lojas maçônicas de Muriaé, do Bethel Mensageiras da Paz nº 27 da Ordem Internacional das Filhas de Jó; o projeto “Seareiros da Paz de Alfabetização de Jovens e Adultos”; curso profissionalizantes em parceria com o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), além das atividades paramaçônicas e de beneficência.
O venerável da “Seareiros da Paz”, Vladimir de Carvalho Gringekov, afirma que este momento é de celebrar. “É com muita alegria que comemoramos os 30 anos da ‘Seareiros da Paz’, loja esta que foi fundada por irmãos valorosos, e recebemos tantos convidados de lojas maçônicas de Muriaé e região e a autoridade máxima das Grandes Lojas Maçônicas de Minas Gerais, o sereníssimo grão mestre Geraldo Eustáquio”, diz.
O grão mestre Geraldo Eustáquio parabeniza a “Seareiros da Paz” pelos seus 30 anos e afirma que a loja maçônica tem realizado um “excelente trabalho” na cidade. “É uma alegria muito grande estarmos na cidade e nos unirmos aos nossos irmãos para celebrar os 30 anos da loja Seareiros da Paz. Nós, maçons, nos denominados ‘construtores sociais’. A maçonaria precisa estar atenta aos problemas que afligem a sociedade. Se uma loja maçônica não tiver essa preocupação de ajudar a sociedade, não teria sentido. E a ‘Seareiros da Paz’ está preocupada com os problemas e interage com a comunidade. Prova disso é a representatividade e o respeito que a comunidade tem com esta loja maçônica”, afirma.
O venerável da Loja Maçônica Ad Gloriam Et Sapientiam, Juarez Távora de Oliveira, também parabeniza a “Seareiros da Paz” pelas suas três décadas de existência. “É muita alegria saber que a loja da qual eu sou venerável é a ‘mãe’ da ‘Seareiros da Paz’, que hoje, com 30 anos, é como se fosse uma ‘filha’ da ‘Ad Gloriam’. Fico muito feliz em saber que esta loja está fazendo um excelente trabalho. Foi com muita satisfação que participamos destas comemorações”, afirma.
A Loja Maçônica Seareiros da Paz, enquanto elo da maçonaria, representa, de acordo com o delegado regional da 44ª Delegacia da Grande Loja Maçônica de Minas, Paulo Nilson Rodrigues Simão, a considerada, pelos maçons, a organização não governamental mais antiga do planeta, que é a maçonaria. “Os ensinamentos da ordem maçônica estão voltados para os princípios éticos, morais e filosóficos que cada cidadão deve praticar em seus estudos maçônicos. Através desses ensinamentos, procuramos trabalhar para a melhoria do ser humano enquanto pessoa e também na prestação de serviço de beneficência, que deve ser de maneira discreta, sem ostentação, de forma que não venha humilhar aquele mais necessitado. A maçonaria não propaga o que faz, seguindo esses ensinamentos”, explica.