Coluna Esplanada 03/11/26
Pista livre
Dentro do Palácio Lulista há uma forte ala que prega o foco na Era Lula IV e sem dar motivos para mídia ou holofote para Flávio Bolsonaro. Ou seja, desejam que ele fique nos Estados Unidos. Para esse grupo, o bolsonarismo acabou com a fuga do presidenciável derrotado, e com o pai preso em domiciliar, sem poder articular, ele abriu caminho para articulação do Governo petista até com o PL controlado por Valdemar da Costa Neto. Entre aliados, há uma mágoa com o candidato, porque acreditam que não se faz oposição à distância, embora reconheçam que ele teve seus motivos pessoais para sair do Brasil.
Abra os olhos
No Judiciário – e entre portas do Congresso Nacional, em especial no Senado – o ato do ministro Alexandre de Moraes de exigir o passaporte de Flávio, um senador ainda em mandato, pegou mal, muito mal, e só piorou a situação do togado entre seus críticos. Moraes ainda não está seguro para essa turma.
Sem nexo
Moraes deu mais motivos para o mote de perseguição citado por Flávio, que passou a ser investigado no inquérito sobre lavagem de dinheiro de .bet que foca seu advogado, Willer Tomaz, que também saiu do Brasil. O elo seria uma conta conjunta que o próprio Santander já negou existir, conforme documento exposto pela Coluna.
Mais Engenharia
“Lula pode dar salto estratégico e implementar o Programa Mais Engenharia no Brasil”, afirma o engenheiro civil e presidente da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros, Marcos Túlio de Melo. Ele defende a proposta nos moldes do Programa Mais Médicos, de modo que o Programa Mais Engenharia seja reconhecido como política de Estado para levar infraestrutura para os municípios de menor IDH no País.
Novo modelo
Com apenas um ano de operação, o Consórcio QuintoAndar alcançou a marca de R$ 1,3 bilhão em créditos originados e quer expandir a integração da modalidade à sua plataforma para as principais capitais do País. A estratégia é conectar o aluguel à casa própria: hoje 40% dos clientes contemplados concluem a compra pela própria base da proptech. A operação aposta em cashback de 10% para unidades listadas em catálogo.
Ponto Final
Os cães ladram, a caravana passa, o uísque londrino continua no copo e ninguém mais cobrou sobre o contrato de R$ 129 milhões com o Master, tampouco um cerco moral no STF ou na PGR.
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