Aventuras no Picadeiro – Show do Chorelly & Cia” inicia circulação pela Zona da Mata com apoio das prefeituras locais
O espetáculo “Aventuras no Picadeiro – Show do Chorelly & Cia” dará início, neste mês de setembro, à sua circulação por cidades da Zona da Mata mineira, levando arte, riso e inclusão a plateias de todas as idades.
O projeto é um dos contemplados no Edital Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, realizado com recursos da Lei Aldir Blanc, reforçando sua relevância cultural e o compromisso com a democratização do acesso à arte e à valorização da cultura popular.
Agenda confirmada
Três apresentações gratuitas já estão agendadas:
22 de setembro – Ginásio Poliesportivo Zizim Batalha, em São Geraldo;
23 de setembro – CEM Norberto Berno, em Laranjal;
24 de setembro – Quadra Poliesportiva da APAE, em Palma.
Cada espaço foi cedido pelas prefeituras municipais, demonstrando a força das parcerias locais e o reconhecimento da importância do espetáculo para o fortalecimento da cultura em toda a região.
A força do picadeiro
A produção é conduzida por uma equipe que une talento e dedicação. À frente do espetáculo está Jeferson Leandro do Carmo, o palhaço Chorelly, proponente, diretor geral e mestre de pista. Ao seu lado, Romário da Silva Ferreira, o palhaço Fofoquynha, assina a produção cultural e dá o tom de irreverência em cena. A trupe conta ainda com Andrea de Oliveira Amaral e Cláudia Rosângela Silva, assistentes de pista e de produção, responsáveis por garantir fluidez, diversidade e dinamismo ao espetáculo.
Mais do que apresentações, “Aventuras no Picadeiro – Show do Chorelly & Cia” é um projeto que reafirma a tradição do circo como espaço de inclusão, memória e encontro comunitário, transformando ginásios, quadras e praças em verdadeiros picadeiros da vida.
Arte que acolhe e transforma
“O circo é para todos. É a arte que acolhe, diverte e ensina. Graças às políticas públicas e ao apoio das cidades, conseguimos chegar onde muitas vezes a cultura não chega”, destacam os artistas.
Com entrada gratuita, cada riso se torna resistência e cada aplauso, reconhecimento da importância da arte popular como patrimônio cultural vivo.