{"id":110672,"date":"2023-04-18T08:15:56","date_gmt":"2023-04-18T11:15:56","guid":{"rendered":"http:\/\/anoticiaonline.com.br\/site\/?p=110672"},"modified":"2023-04-18T08:16:04","modified_gmt":"2023-04-18T11:16:04","slug":"combate-a-violencia-nas-escolas-depende-de-acao-integrada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anoticiaonline.com.br\/site\/combate-a-violencia-nas-escolas-depende-de-acao-integrada\/","title":{"rendered":"Combate \u00e0 viol\u00eancia nas escolas depende de a\u00e7\u00e3o integrada"},"content":{"rendered":"\n<p>O combate \u00e0 viol\u00eancia nas escolas precisa de a\u00e7\u00f5es sist\u00eamicas, em uma perspectiva de preven\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m de r\u00e1pida rea\u00e7\u00e3o aos ataques que v\u00eam sendo perpetrados em institui\u00e7\u00f5es de ensino de diversas regi\u00f5es do Pa\u00eds. A avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 dos participantes do Assembleia Fiscaliza Seguran\u00e7a nas Escolas, realizado na segunda-feira (17) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).<\/p>\n\n\n\n<p>O evento, que reuniu deputados, gestores estaduais e federais, foi convocado para debater solu\u00e7\u00f5es para a viol\u00eancia nas escolas, que tem se tornado recorrente. Conforme lembrou o presidente da ALMG, deputado Tadeu Martins Leite (MDB), \u00e9 necess\u00e1ria uma a\u00e7\u00e3o integrada dos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos, com participa\u00e7\u00e3o da sociedade civil, para enfrentar esse problema.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMais do que refor\u00e7ar a seguran\u00e7a e a vigil\u00e2ncia nos espa\u00e7os escolares, \u00e9 preciso monitorar a dissemina\u00e7\u00e3o dos discursos de \u00f3dio e intoler\u00e2ncia no ambiente da escola e no mundo virtual\u201d, afirmou o presidente da ALMG.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a promotora Ana Carolina Zambon Pinto Coelho, entre 2002 e 2023 foram registrados 27 ataques a escolas no Brasil. Desse total, 13 atentados ocorreram nos \u00faltimos oito meses, o que evidencia o agravamento do problema. \u201cImportamos por mimetismo esse tipo de a\u00e7\u00e3o da cultura americana\u201d, explicou.<\/p>\n\n\n\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o da representante do Minist\u00e9rio P\u00fablico, uma das causas desse fen\u00f4meno \u00e9 a radicaliza\u00e7\u00e3o dos jovens, que frequentam f\u00f3runs de discuss\u00e3o na internet. As redes sociais funcionariam como ambientes de escuta e reverbera\u00e7\u00e3o para o ressentimento de jovens v\u00edtimas de bullying, que encontrariam no ambiente digital um espa\u00e7o de acolhimento que incentiva a viol\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA pergunta que fica \u00e9: o que fazer? Problemas complexos n\u00e3o t\u00eam solu\u00e7\u00f5es f\u00e1ceis\u201d, alertou a promotora. Para ela, a quest\u00e3o precisa ser tratada de maneira transversal, envolvendo pol\u00edticas p\u00fablicas de educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade, seguran\u00e7a p\u00fablica e assist\u00eancia social. As medidas a serem tomadas pelo poder p\u00fablico precisariam ser pensadas em uma perspectiva ao mesmo tempo preventiva e reativa, com a\u00e7\u00f5es de curto, m\u00e9dio e longo prazos.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a promotora, o foco na seguran\u00e7a p\u00fablica n\u00e3o ser\u00e1 suficiente para conter o problema. Ela citou o exemplo dos Estados Unidos, onde j\u00e1 foram registrados 19 ataques a tiros desde o in\u00edcio deste ano. \u201cPrecisamos construir uma cultura de paz nas escolas\u201d, defendeu a promotora. Na sua opini\u00e3o, \u00e9 preciso investir em programas de media\u00e7\u00e3o de conflitos e de preven\u00e7\u00e3o do bullying, al\u00e9m de garantir que os pais acompanhem a vida escolar de seus filhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Autoridades relatam trabalho para evitar ataques a escolas<\/p>\n\n\n\n<p>As autoridades estaduais que participaram do debate relataram as a\u00e7\u00f5es que v\u00eam sendo desenvolvidas para combater a viol\u00eancia nas escolas. Todos concordaram que a quest\u00e3o \u00e9 sist\u00eamica e deve ser atacada em suas m\u00faltiplas dimens\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>O secret\u00e1rio de Estado de Educa\u00e7\u00e3o, Igor Alvarenga, citou a elabora\u00e7\u00e3o de um protocolo de a\u00e7\u00f5es a serem tomadas em casos de viol\u00eancia, que deve ser publicado nesta ter\u00e7a-feira (18), e o programa de media\u00e7\u00e3o de conflitos em ambiente escolar, desenvolvido em parceria com a Defensoria P\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele tamb\u00e9m informou a contrata\u00e7\u00e3o de psic\u00f3logos e assistentes sociais para atuarem nas escolas, al\u00e9m da instala\u00e7\u00e3o de c\u00e2meras de vigil\u00e2ncia para as institui\u00e7\u00f5es de ensino. Para disseminar informa\u00e7\u00f5es sobre seguran\u00e7a nas escolas, uma live no YouTube ser\u00e1 transmitida nesta quinta-feira (20), \u00e0s 15h30.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o secret\u00e1rio de Estado de Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica, Rog\u00e9rio Greco, disse que alunos e professores ser\u00e3o treinados para agir em caso de ataques a escolas. Um bot\u00e3o do p\u00e2nico er\u00e1 disponibilizado para alunos e professores acionarem a pol\u00edcia em caso de ataques.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a pasta vai providenciar treinamento para que os professores possam fazer o atendimento pr\u00e9-hospitalar em v\u00edtimas de atentados. O trabalho de intelig\u00eancia policial, para monitoramento de redes sociais e f\u00f3runs de discuss\u00e3o na chamada dark web, tamb\u00e9m ser\u00e1 refor\u00e7ado.<\/p>\n\n\n\n<p>As a\u00e7\u00f5es de policiamento escolar foram intensificadas ao longo do m\u00eas de abril, como informou o comandante-geral da Pol\u00edcia Militar, coronel Rodrigo Piassi. Segundo ele, j\u00e1 foram visitadas 6.310 escolas, e a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 percorrer todas as institui\u00e7\u00f5es de ensino do Estado at\u00e9 o final do m\u00eas. Nesta quinta-feira (20), a a\u00e7\u00e3o ser\u00e1 intensificada com a presen\u00e7a de todos os PMs que atuam em fun\u00e7\u00f5es administrativas.<\/p>\n\n\n\n<p>Por sua vez, a Pol\u00edcia Civil refor\u00e7ou o trabalho de investiga\u00e7\u00e3o de poss\u00edveis amea\u00e7as de ataques a escolas. Segundo a chefe de Pol\u00edcia, delegada Let\u00edcia Baptista Gamboge Reis, foram identificados 154 suspeitos de encaminharem mensagens amea\u00e7adoras.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela lembrou que a difus\u00e3o de fake news \u00e9 crime e pediu o apoio da popula\u00e7\u00e3o para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o do p\u00e2nico. Em caso de amea\u00e7as a pessoas ou escolas, a orienta\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Civil \u00e9 n\u00e3o compartilhar as mensagens, mas procurar a unidade policial mais pr\u00f3xima para fazer uma den\u00fancia.<\/p>\n\n\n\n<p>O representante do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a, Romano Carneiro da Cunha Costa, refor\u00e7ou que o Governo Federal tem trabalhado para evitar que novos ataques aconte\u00e7am nas escolas. Ele frisou que o problema n\u00e3o \u00e9 apenas de seguran\u00e7a p\u00fablica, uma vez que o processo de radicaliza\u00e7\u00e3o dos jovens \u00e9 potencializado pelas redes sociais. \u201cAs pessoas est\u00e3o entrando em uma espiral de radicaliza\u00e7\u00e3o\u201d, comentou.<\/p>\n\n\n\n<p>Deputados defendem atua\u00e7\u00e3o preventiva<\/p>\n\n\n\n<p>A necessidade de preven\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia nas escolas foi enfatizada pelos deputados que compuseram a mesa de debates.<\/p>\n\n\n\n<p>O deputado Sargento Rodrigues (PL), que preside a Comiss\u00e3o de Seguran\u00e7a P\u00fablica, disse que \u00e9 preciso ampliar os efetivos do Departamento de Crimes Cibern\u00e9ticos da Pol\u00edcia Civil e da Pol\u00edcia Militar, para viabilizar o refor\u00e7o no patrulhamento das escolas. \u201cEstamos diante de um desafio enorme: atuar no campo da repress\u00e3o qualificada\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>A presidenta da Comiss\u00e3o de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia, deputada Beatriz Cerqueira (PT), considerou insuficientes as medidas anunciadas pelas autoridades estaduais. Ela cobrou a presen\u00e7a de psic\u00f3logos em todas as escolas e a elabora\u00e7\u00e3o de protocolos de orienta\u00e7\u00e3o para a comunidade escolar. \u201cPrecisamos de mais investimentos, pois o que temos \u00e9 insuficiente. O momento requer respostas efetivas\u201d, defendeu.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o presidente da Comiss\u00e3o de Esportes, Lazer e Juventude, deputado Oscar Teixeira (PP), defendeu que a participa\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias \u00e9 essencial para combater a viol\u00eancia nas escolas. Ele disse que tamb\u00e9m s\u00e3o necess\u00e1rios investimentos no esporte e em atividades que estimulem o empreendedorismo dos jovens.<\/p>\n\n\n\n<p>O combate \u00e0 viol\u00eancia nas escolas precisa de a\u00e7\u00f5es sist\u00eamicas, em uma perspectiva de preven\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m de r\u00e1pida rea\u00e7\u00e3o aos ataques que v\u00eam sendo perpetrados em institui\u00e7\u00f5es de ensino de diversas regi\u00f5es do Pa\u00eds. A avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 dos participantes do Assembleia Fiscaliza Seguran\u00e7a nas Escolas, realizado na segunda-feira (17) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).<\/p>\n\n\n\n<p>O evento, que reuniu deputados, gestores estaduais e federais, foi convocado para debater solu\u00e7\u00f5es para a viol\u00eancia nas escolas, que tem se tornado recorrente. Conforme lembrou o presidente da ALMG, deputado Tadeu Martins Leite (MDB), \u00e9 necess\u00e1ria uma a\u00e7\u00e3o integrada dos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos, com participa\u00e7\u00e3o da sociedade civil, para enfrentar esse problema.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMais do que refor\u00e7ar a seguran\u00e7a e a vigil\u00e2ncia nos espa\u00e7os escolares, \u00e9 preciso monitorar a dissemina\u00e7\u00e3o dos discursos de \u00f3dio e intoler\u00e2ncia no ambiente da escola e no mundo virtual\u201d, afirmou o presidente da ALMG.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a promotora Ana Carolina Zambon Pinto Coelho, entre 2002 e 2023 foram registrados 27 ataques a escolas no Brasil. Desse total, 13 atentados ocorreram nos \u00faltimos oito meses, o que evidencia o agravamento do problema. \u201cImportamos por mimetismo esse tipo de a\u00e7\u00e3o da cultura americana\u201d, explicou.<\/p>\n\n\n\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o da representante do Minist\u00e9rio P\u00fablico, uma das causas desse fen\u00f4meno \u00e9 a radicaliza\u00e7\u00e3o dos jovens, que frequentam f\u00f3runs de discuss\u00e3o na internet. As redes sociais funcionariam como ambientes de escuta e reverbera\u00e7\u00e3o para o ressentimento de jovens v\u00edtimas de bullying, que encontrariam no ambiente digital um espa\u00e7o de acolhimento que incentiva a viol\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA pergunta que fica \u00e9: o que fazer? Problemas complexos n\u00e3o t\u00eam solu\u00e7\u00f5es f\u00e1ceis\u201d, alertou a promotora. Para ela, a quest\u00e3o precisa ser tratada de maneira transversal, envolvendo pol\u00edticas p\u00fablicas de educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade, seguran\u00e7a p\u00fablica e assist\u00eancia social. As medidas a serem tomadas pelo poder p\u00fablico precisariam ser pensadas em uma perspectiva ao mesmo tempo preventiva e reativa, com a\u00e7\u00f5es de curto, m\u00e9dio e longo prazos.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a promotora, o foco na seguran\u00e7a p\u00fablica n\u00e3o ser\u00e1 suficiente para conter o problema. Ela citou o exemplo dos Estados Unidos, onde j\u00e1 foram registrados 19 ataques a tiros desde o in\u00edcio deste ano. \u201cPrecisamos construir uma cultura de paz nas escolas\u201d, defendeu a promotora. Na sua opini\u00e3o, \u00e9 preciso investir em programas de media\u00e7\u00e3o de conflitos e de preven\u00e7\u00e3o do bullying, al\u00e9m de garantir que os pais acompanhem a vida escolar de seus filhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Autoridades relatam trabalho para evitar ataques a escolas<\/p>\n\n\n\n<p>As autoridades estaduais que participaram do debate relataram as a\u00e7\u00f5es que v\u00eam sendo desenvolvidas para combater a viol\u00eancia nas escolas. Todos concordaram que a quest\u00e3o \u00e9 sist\u00eamica e deve ser atacada em suas m\u00faltiplas dimens\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>O secret\u00e1rio de Estado de Educa\u00e7\u00e3o, Igor Alvarenga, citou a elabora\u00e7\u00e3o de um protocolo de a\u00e7\u00f5es a serem tomadas em casos de viol\u00eancia, que deve ser publicado nesta ter\u00e7a-feira (18), e o programa de media\u00e7\u00e3o de conflitos em ambiente escolar, desenvolvido em parceria com a Defensoria P\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele tamb\u00e9m informou a contrata\u00e7\u00e3o de psic\u00f3logos e assistentes sociais para atuarem nas escolas, al\u00e9m da instala\u00e7\u00e3o de c\u00e2meras de vigil\u00e2ncia para as institui\u00e7\u00f5es de ensino. Para disseminar informa\u00e7\u00f5es sobre seguran\u00e7a nas escolas, uma live no YouTube ser\u00e1 transmitida nesta quinta-feira (20), \u00e0s 15h30.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o secret\u00e1rio de Estado de Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica, Rog\u00e9rio Greco, disse que alunos e professores ser\u00e3o treinados para agir em caso de ataques a escolas. Um bot\u00e3o do p\u00e2nico er\u00e1 disponibilizado para alunos e professores acionarem a pol\u00edcia em caso de ataques.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a pasta vai providenciar treinamento para que os professores possam fazer o atendimento pr\u00e9-hospitalar em v\u00edtimas de atentados. O trabalho de intelig\u00eancia policial, para monitoramento de redes sociais e f\u00f3runs de discuss\u00e3o na chamada dark web, tamb\u00e9m ser\u00e1 refor\u00e7ado.<\/p>\n\n\n\n<p>As a\u00e7\u00f5es de policiamento escolar foram intensificadas ao longo do m\u00eas de abril, como informou o comandante-geral da Pol\u00edcia Militar, coronel Rodrigo Piassi. Segundo ele, j\u00e1 foram visitadas 6.310 escolas, e a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 percorrer todas as institui\u00e7\u00f5es de ensino do Estado at\u00e9 o final do m\u00eas. Nesta quinta-feira (20), a a\u00e7\u00e3o ser\u00e1 intensificada com a presen\u00e7a de todos os PMs que atuam em fun\u00e7\u00f5es administrativas.<\/p>\n\n\n\n<p>Por sua vez, a Pol\u00edcia Civil refor\u00e7ou o trabalho de investiga\u00e7\u00e3o de poss\u00edveis amea\u00e7as de ataques a escolas. Segundo a chefe de Pol\u00edcia, delegada Let\u00edcia Baptista Gamboge Reis, foram identificados 154 suspeitos de encaminharem mensagens amea\u00e7adoras.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela lembrou que a difus\u00e3o de fake news \u00e9 crime e pediu o apoio da popula\u00e7\u00e3o para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o do p\u00e2nico. Em caso de amea\u00e7as a pessoas ou escolas, a orienta\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Civil \u00e9 n\u00e3o compartilhar as mensagens, mas procurar a unidade policial mais pr\u00f3xima para fazer uma den\u00fancia.<\/p>\n\n\n\n<p>O representante do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a, Romano Carneiro da Cunha Costa, refor\u00e7ou que o Governo Federal tem trabalhado para evitar que novos ataques aconte\u00e7am nas escolas. Ele frisou que o problema n\u00e3o \u00e9 apenas de seguran\u00e7a p\u00fablica, uma vez que o processo de radicaliza\u00e7\u00e3o dos jovens \u00e9 potencializado pelas redes sociais. \u201cAs pessoas est\u00e3o entrando em uma espiral de radicaliza\u00e7\u00e3o\u201d, comentou.<\/p>\n\n\n\n<p>Deputados defendem atua\u00e7\u00e3o preventiva<\/p>\n\n\n\n<p>A necessidade de preven\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia nas escolas foi enfatizada pelos deputados que compuseram a mesa de debates.<\/p>\n\n\n\n<p>O deputado Sargento Rodrigues (PL), que preside a Comiss\u00e3o de Seguran\u00e7a P\u00fablica, disse que \u00e9 preciso ampliar os efetivos do Departamento de Crimes Cibern\u00e9ticos da Pol\u00edcia Civil e da Pol\u00edcia Militar, para viabilizar o refor\u00e7o no patrulhamento das escolas. \u201cEstamos diante de um desafio enorme: atuar no campo da repress\u00e3o qualificada\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>A presidenta da Comiss\u00e3o de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia, deputada Beatriz Cerqueira (PT), considerou insuficientes as medidas anunciadas pelas autoridades estaduais. Ela cobrou a presen\u00e7a de psic\u00f3logos em todas as escolas e a elabora\u00e7\u00e3o de protocolos de orienta\u00e7\u00e3o para a comunidade escolar. \u201cPrecisamos de mais investimentos, pois o que temos \u00e9 insuficiente. O momento requer respostas efetivas\u201d, defendeu.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o presidente da Comiss\u00e3o de Esportes, Lazer e Juventude, deputado Oscar Teixeira (PP), defendeu que a participa\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias \u00e9 essencial para combater a viol\u00eancia nas escolas. 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